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CHOVE NOS CAMPOS DE CACHOEIRA (PARA,GRAFO)
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Autor: JURANDIR, DALCIDIO
Editora: PARA.GRAFO EDITORA Ano: 2019 8ª Edicao
348 páginas

Chove nos campos de Cachoeira foi o primeiro romance escrito por Dalcídio Jurandir e mais tarde se tornou o primeiro volume da série chamada Extremo-Norte. Nele se inicia a saga de Alfredo, personagem principal, ribeirinho de Cachoeira do Arari (Pará), em busca de estudo e uma vida melhor na cidade grande. *** Concluída a primeira versão em 1929, foram necessários 12 anos até que o livro fosse publicado. Considerado um marco da literatura de seu tempo, em especial modernista, sua publicação veio por meio do Prêmio Vecchi - Dom Casmurro, em júri composto por autores renomados como Jorge Amado e Rachel de Queiroz. *** Esta será a oitava edição do livro, baseada nas duas edições publicadas em vida (1941 e 1976) e conta com prefácio de Edilson Pantoja, ilustrações de Mael Anhangá, fotografia de capa de Armando Teixeira, revisão de André Fellipe Fernandes e diagramação de Girotto Brito. *** Trecho do livro: "A chuva cresceu sobre Cachoeira. Ângela correu debaixo da chuva e, na janela, Lucíola, já melhor, se esquece de que a chuva lhe faz mal. Com as chuvas, Salu lê os seus romances com mais gosto e não vem contá-los para Dadá. Os campos enchem. O chalé para Alfredo fica mais distante do colégio, do mundo, de si próprio. Os que vivem no chalé separaram-se, desconheceram-se. Não há mais conversa de Carlos Gomes, nem Bibiano, nem as risadas de João. Nem a calma de D. Amélia. Na saleta, Eutanázio parece ver entrar o caixão que o velho Abade já fez. As águas invadem os campos. O chalé é agora uma ilha." *** SOBRE O AUTOR: Dalcídio Jurandir nasceu em Ponta de Pedras, Ilha do Marajó, em 1909 e faleceu em 1979. Escreveu 11 (onze) romances, dos quais dez formam o chamado Ciclo do Extremo-Norte. Recebeu com eles o Prêmio Machado de Assis, da Academia Brasileira de Letras, pelo conjunto da obra, em 1972, além de outros prêmios nacionais como o Prêmio Dom Casmurro, da Editora Vecchi, e o Prêmio Luísa Cláudio de Sousa, da Pen Clube. Sua literatura é marcada pelo forte retrato de sua terra e sua gente, explorando de forma sutil a vida cabocla e ribeirinha de personagens comuns inseridos numa ilha de introspecções e desejos. É uma literatura que vai além do simples retrato da Amazônia. São emblemas humanos que circundam sua narrativa. *** "Um romancista tão grande quanto a sua ilha", citou José Cândido de Carvalho. **** Dalcídio também foi cronista dos principais jornais paraenses e brasileiros de sua época.

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